Apesar de trabalharmos e estudarmos em uma instituição de ensino, quase secular, quando tocamos no assunto "assédio moral" a primeira reação da administração é negar. Qualquer conflito identificado no local de trabalho é transformado em problema de relacionamento entre colegas, em briga de egos. E quando isso não é o bastante para convencer o trabalhador de que não houve assédio moral, o caminho é quase automático: afastamento, licença, atestado, férias, tudo que for preciso para mandar o "problema" para longe.
Queremos, nesse blog, oferecer um espaço para quebrar esse silêncio, esse pacto de violência que isola cada vez mais o trabalhador. Portanto, quem tiver qualquer contribuição sobre o assunto, pode ser um relato ou um comentário, fique a vontade. Para garantir que esse blog cumpra esse papel de fomentar a discussão sobre assédio moral na UFPR, comentários "inconvenientes" serão excluídos.